Jacarandá Caviúna - Reina Luthier

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Madeiras
Jacarandá Caviúna

O jacarandá-da-baía (Dalbergia nigra (Vell.) Allemão ex Benth. em inglês Rosewood), também chamado caviúna, graúna, jacarandá-cabiúna, jacarandá-preto, jacarandá-una e pau-preto, é uma árvore fabácea natural do Brasil, especialmente dos estados da Bahia,Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Atualmente, porém, só é encontrada no sul do estado da Bahia.


Características

Uma das mais valorizadas madeiras brasileiras, tem sido explorada desde a fase colonial. As sementes servem de alimento para roedores, o que dificulta sua regeneração. Está na lista de espécies ameaçadas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e ocorre em várias áreas protegidas.
Árvore de 15 a 25 metros de altura, tronco com 40–80 cm de diâmetro, madeira rija, negra, resistente, com desenhos variados, fácil de ser trabalhada.
Folhas compostas pinadas com 11 a 17 folíolos, flores esbranquiçadas e pequenas, frutos membranosos indeiscentes com 1-2 sementes.
Floresce entre setembro e novembro, e os frutos amadurecem em agosto-setembro.







Usos

É comumente utilizada em obras de marcenaria de luxo, construção de instrumentos de corda e na fabricação de pianos.
Instrumentos musicais feitos de jacarandá-da-baía, hoje, são muito valorizados. A madeira foi amplamente utilizada nos anos 1950-1960 em escalas de guitarras e fundos de violões. Devido a sua sonoridade única, ao fato de estar presente em quase todos os instrumentos vintage, além do fato de ela ter se tornado uma madeira de lei, a madeira de jacarandá-da-baía (Brazilian Rosewood) tornou-se a mais cobiçada na fabricação de instrumentos musicais.
É considerada a madeira brasileira mais valiosa e bela.
A árvore é muito usada em paisagismo.
MADEIRA CERTIFICADA
IBAMA: 6335632
FEAM: 316287
IEF: R397975/2016
Todos os Direitos Reservados. Reina Luthier Reinaldo Araújo.
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